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Quando enfeitiçado – e perdido, inocência e claridade foi o que se apossou de mim;
minha cegueira colocou seus óculos; um contorcido de jasmins e luzes, colinas louras,
faróis sinalizando das familiares ilhas onde nunca estive, salvadores, confiáveis; me
fizeram acreditar que o teu olhar era o iluminar da minha rota, cristalino e benfazejo
porque de procura e à deriva toda a minha jornada; contudo agora vejo que os
orvalhos do martírio é que reluziam, e louros; eram os rios de nudez e sangue
desaguando na poção; tua poção; e branco era meu próprio olho no espelho fugindo do
meu rosto.
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