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Eu sou temor; vegetativo;
Você, oh glória, uma pantera de aço
Grudada à inutilidade das vastidões;
Rastejo-me no lodo; ao lado da raíz e de carpa;
E você, como Cleópatra, deve conquistar o teu Júlio César:
” Reis não são eleitos. Deuses não são eleitos ”
E não há sol neste dia; paridas deste espaço do poema,
Só há borbulhas na lama.
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